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Natal com Jesus

Um homem caminhava de cabeça baixa pela rua movimentada. Ele parecia profundamente preocupado e nem percebia a bonita decoração natalina e o movimento intenso. Por um momento ele parou e tirou do bolso uma carta amassada, voltando a ler as palavras: “Não podemos comemorar o Natal sem que você esteja conosco, pois isso não teria sentido. Nós o amamos. Por favor, volte para casa!” O homem enxugou as lágrimas furtivamente e tomou a decisão: ele iria viajar imediatamente para passar o Natal com os seus, com aqueles que o amavam.

Milhões de pessoas comemoram o Natal. Os pinheirinhos são enfeitados, as casas e ruas ficam cheias de luzes, ceias familiares são realizadas e muitos presentes em lindas embalagens são trocados. Mas, será que pode existir uma comemoração real sem a presença dAquele por causa de quem o Natal é festejado?

Há quase 2000 anos, Jesus Cristo nasceu em Belém. Agora Ele não se encontra mais fisicamente entre nós, pois está assentado à direita de Deus, o Pai. Seus olhos penetram nas festividades natalinas e vêem o coração de cada um de nós. Ele quer passar o Natal com aqueles que O amam! Trata-se dos que confiam inteiramente nEle e conhecem a paz que Ele trouxe: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1).

Realmente, sem Ele, o Natal perde o sentido! Sem um relacionamento vivo com o Redentor eterno, com Jesus Cristo, a vida é apenas uma seqüência de preocupações e aflições. Apenas Ele tem o poder de perdoar pecados e dar paz aos corações atormentados. Por isso Ele veio ao mundo, nascendo em Belém: “…e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará seu povo dos pecados deles” (Mateus 1.21). Por isso Ele entregou Sua vida na cruz e ressuscitou da sepultura.

Para todos que aceitam Jesus Cristo pela fé como seu Salvador e Senhor, está preparada uma vida que tem sentido, pois Ele disse: “…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10). E em 1 João 5.12 lemos: “Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.”

Se você vive sem Ele, não pode ter a única alegria verdadeira e permanente que existe para os homens – e acabará se perdendo eternamente. Aceite a Jesus agora mesmo em sua vida! Então você fará parte dos que O amam, que se alegram com Sua presença e O servem. Aceite hoje de Suas mãos a vida que é eterna e abundante!

Autor: Ernesto Kraft

[box_light]Escute aqui uma mensagem especial para você![/box_light]

Marcha para Jesus 2012 em São Paulo reuniu 335 mil fiéis, segundo o Datafolha.

O Datafolha usou um método científico para medir o público da 20ª Marcha para Jesus que aconteceu no último sábado (14) na cidade de São Paulo. Essa foi a primeira vez que o método foi utilizado no evento gerando grande polêmica em relação ao público.

O órgão de pesquisa levou 71 pesquisadores ao longo do percurso que tinha 2,85 km. Eles registraram que durante todo o dia 335 mil pessoas passaram pelo evento.

A Marcha da capital paulista é organizada pela Igreja Renascer em Cristo que tinha como expectativa receber 5 milhões de pessoas, o mesmo público estimado nas últimas edições. Em entrevista o apóstolo Estevam Hernandes não afirmou números, mas informou ter certeza de que havia mais pessoas que nas últimas edições do evento.

Quando ficou sabendo da pesquisa do Datafolha o líder da Renascer em Cristo se pronunciou por meio de sua assessoria dizendo que “respeita o trabalho do Datafolha”, mas que “acredita que havia mais” pessoas no evento que começou às 10h da manhã e se encerrou às 22h.

A notícia foi muito comentada nas redes sociais e muito usuários desacreditavam a pesquisa, assim como encontramos quem desacreditasse a estimativa de Hernandes que diante de tantos contatos resolveu responder: “Datafolha anunciou 335 mil pessoas na Marcha. Não vamos polemizar, respeito o trabalho deles, não falei número algum. Fica as imagens, quem foi sabe o que viu”.

A Polícia Militar chegou a dizer no dia que estimava a participação de 1 milhão de pessoas, número que também ficou abaixo do que os líderes evangélicos esperavam reunir na zona Norte da cidade.

Fonte: Gospel Prime

A Bíblia e a nossa salvação.

Deus oferece-nos salvação através de Jesus. A Bíblia diz em Mateus 1:21 “Ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Atos 4:12 “E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.”
Salvação significa que recebemos vida eterna se tivermos uma relação pessoal com Deus. A Bíblia diz em João 17:3 “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.” João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Só há um caminho para a salvação e não é um caminho fácil. A Bíblia diz em Mateus 7:13-14 “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram.”

Não se pode ganhar a salvação. É um dom de Deus. A Bíblia diz em Efésios 2:8-9 “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.”

Quando aceitamos o evangelho, recebemos a salvação e arrependemo-nos dos nossos pecados. A Bíblia diz em Atos 2:37-38 “E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.”

Receber a salvação é simples, direto, pessoal e público. A Bíblia diz em Romanos 10:8-10 “Mas que diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé, que pregamos. Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.”

 

Aramaico bíblico volta a ser falado e ensinado em Israel.

Duas pequenas aldeias da comunidade cristã que habita de Israel estão ensinando aramaico, num ambicioso esforço para ressuscitar uma das línguas que Jesus falava, séculos depois de ela ter praticamente desaparecido do Oriente Médio.

O novo foco colocado sobre a língua dominante na região há 2 mil anos atrás faz uso da tecnologia moderna: um canal de TV totalmente em aramaico é transmitido a partir da Suécia, onde uma comunidade de imigrantes manteve esta língua viva.

Na aldeia palestina de Beit Jala, uma geração mais velha de pessoas que falam aramaico está tentando ensinar a língua com seus netos. Beit Jala fica na região de Belém, onde o Novo Testamento afirma que Jesus nasceu.

Também na aldeia árabe-israelense de Jish, nos montes da Galiléia, onde Jesus viveu e pregou, as crianças do ensino fundamental estão tendo aulas em aramaico. A maioria das crianças pertencem à comunidade cristã maronita. A tradição religiosa maronita tem sua liturgia toda entoada em aramaico, mas poucos entendem as suas orações cantadas.

“Queremos falar a língua que Jesus falava” – disse Carla Hadad, uma menina de 10 anos moradora de Jish, que animadamente respondia as questões em aramaico feitas pela professora Mona durante uma aula recente.

“Nós falávamos essa língua há muito tempo atrás”, lembrou ela, referindo-se e aos seus antepassados. Durante uma aula, cerca de uma dúzia de crianças repetia uma oração cristã in aramaico. Elas também aprendem a dizer “elefante”, “como está?” e “montanha” em aramaico. Algumas crianças desenhavam cuidadosamente as letras aramaicas em seus cadernos que mais parecem manuscritos antigos.

O dialeto ensinado em Jish e Beit Jala e o “siríaco”, que era falado pelos seus antepassados cristãos e que se assemelha ao dialeto galileu que Jesus teria usado, segundo uma opinião de Steven Fassberg, perito em aramaico da Universidade Hebraica de Jerusalém.

“Eles provavelmente teriam conseguidos se comunicar com as pessoas daquela ápoca, caso se encontrassem hoje”, acredita Fassberg.

Em Jish, são 80 crianças do primeiro ao quinto ano que estudam aramaico duas horas por semana como matéria voluntária. Segundo Reem Khatieb-Zuabi, diretor da escola, o ministério da educação de Israel já providenciou verbas para que em breve as aulas se estendam até o oitavo ano.

Alguns muçulmanos moradores de Jish se opunham aos estudos de aramaico, informou o porta-voz Khatieb Zuabi. Eles temiam que isso fosse uma tentativa disfarçada de impor o cristianismo a suas crianças. Os cristãos afirmam que trata-se apenas de uma tentativa de reafirmar sua identidade árabe. Numa região marcada por tantos conflitos, muitos muçulmanos e cristãos de Israel preferem ser identificados pela sua etnia e não pela sua fé religiosa.

Segundo o ministério da educação, a escola de Jish hoje é a única escola pública de Israel onde o aramaico é ensinado. A escola Mar Afram, de Beit Jala é particular, dirigida pela igreja ortodoxa síria e os sacerdotes ensinado a língua aramaica e 320 alunos nos últimos cinco anos. Cerca de 360 famílias da região descendem de refugiados que falavam aramaico e chegaram à região na década de 1920, fugindo dos conflitos em Tur Abdin, na Turquia.

O sacerdote Butros Nimeh explica que os mais idosos ainda falam a língua, mas que ao longo dos anos ela foi se perdendo e eles esperam que agora essa nova geração venha a valorizar suas raízes.

Mesmo tendo a língua em comum, a igreja ortodoxa síria e os maronitas são do dois grupos religiosos distintos.
Os maronitas são a igreja cristã dominante no vizinho Líbano, mas são uma minoria entre os cerca de 210.000 cristãos que vivem na Terra Santa. Os cristãos ortodoxos sírios de Israel não passam de 2.000, informou Nimeh.

Além dos programas de televisão da rede Soryoyo Sat, a comunidade de fala aramaica que vive na Suécia pode chegar a 80 mil pessoas. Eles enviam para Israel o jornal “Bahro Suryoyo”, panfletos e livros infantis, informou Alan Arzu, representante da federação siríaca aramaica da Suécia.

Tudo isso tem ajudado na tentativa de ressuscitar o aramaico dos tempos bíblicos. “Quando ouvimos (a língua), podemos falá-la”, disse Issa, uma professora da rede pública.

Segundo Fassberg, o aramaicos foi a língua predominante na região desde 500 anos antes de Cristo. Mas no século 6, o árabe, língua falada pelos conquistadores muçulmanos da península arábica se tornou o idioma dominante e permanece assim até hoje.

Traduzido e adaptado de Ksnt.com