Igreja Cristã Pentecostal

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De cada 12 cristãos no mundo, um é brasileiro.

Uma pesquisa realizada pelo Centro Pew de Pesquisa dos Estados Unidos revelou que o Brasil é o segundo país com maior número de cristãos do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

De acordo com os dados levantados há mais de 175 milhões de cristãos no Brasil e cerca de 246 milhões nos Estados Unidos. Ao todo, são 2,18 bilhões de cristãos no mundo, o que significa 31,7% da população mundial.

A pesquisa também mostrou que não há uma região onde o cristianismo predomina, em 1910 a maioria dos cristãos estava na Europa, mas hoje os números estão divididos sendo 34% deles na América no Norte e do Sul, 26% na Europa, 23,6% na África Subsaariana, 13,1% na Ásia e apenas 0,6% no Oriente Médio e norte da África.

No contexto geral da pesquisa 51,4% dos cristãos do mundo são católicos, 36,7% são protestantes e 11,9% ortodoxos. Entre os protestantes o maior número de fiéis são pentecostais, cerca de 72% dos entrevistados que se declararam protestantes.

No ranking dos países com maior número de cristãos, está os Estados Unidos, o Brasil e em seguida o México com mais de 107 milhões de cristãos. Em 10º está a Guatemala com mais de 13 milhões.

Confira o ranking:

 

Governo chinês planeja erradicar igrejas protestantes em período de 10 anos.

Em um comunicado divulgado em 20 de abril pela Associação de Ajuda à China, o governo chinês está envolvido em uma campanha de três fases para erradicar igrejas protestantes. A estratégia foi divulgada em um documento em Setembro de 2011, durante uma aula de treinamento para “Patriotas na Comunidade Cristã”, realizado pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos.

O documento diz que as autoridades locais devem conduzir uma investigação completa com dossiês de igrejas em toda a China, entre janeiro e junho deste ano. Na segunda fase da investigação, as autoridades estimularão as igrejas sem registro a se afiliarem ao governo, e na última fase, a ser concluída em 10 anos, igrejas que se recusarem à filiação, serão desligadas.

Funcionários estão autorizados a banir as palavras “Igreja Doméstica” em todos os relatórios sobre as igrejas e outros meios de comunicação e substituir por “Casa de Encontros”, termo que se refere aos grupos já afiliados ao governo.

Em pesquisa realizada pela Associação de Ajuda à China em diversas províncias, mais de 95% dos líderes de igrejas domésticas disseram ter sentido o impacto das investigações, enquanto 85% informaram que departamentos de assuntos religiosos já criaram dossiê para seu grupo.

“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na frequência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em comunicado à imprensa. O comunicado também informa que além da perseguição da igreja, o número de casos semelhantes aumentou 20% sobre o ano passado e que se espalhou para outras áreas, incluindo educação cristã, publicação e livrarias.

Fonte: Gospel+

Cristãos protestam na Indonésia contra a falta de liberdade de culto.

O último domingo (15) foi um dia de protesto na Indonésia, grupos católicos e protestantes se uniram para pedir a aplicação das leis sobre a liberdade de culto no país.

De forma pacífica cerca de 200 cristãos foram às ruas protestar contra a expropriação dos lugares de cultos denunciando abusos e violações cometidos por grupos radicais islâmicos que manipulam as leis em favor dos muçulmanos.

Além de fiéis da Igreja Yasmin e da Igreja Filadélfia HKBP ativistas dos direitos humanos e ONGs locais também participaram do evento que aconteceu em frente ao Palácio Presidencial em Jakarta, sede do governo.
Durante três anos os fiéis da Igreja Yasmin foram proibidos de cultuar a Deus no templo da igreja, pois as autoridades e o prefeito, Diani Budiarto, alegaram que o templo estava com irregularidades. O mesmo aconteceu com os membros da Filadélfia que tentaram por muito tempo recuperar o templo.

O presidente da Indonésia, Yudhoyono, informou alguns meses atrás que não poderia interferir nos assuntos internos de Bogor, cidade localizada em Javar Ocidental, diante disso muitos ativistas passaram a dizer que o chefe do Estado tem medo de ir contra assuntos que interessam à maioria islâmica daquele país, pois isso pode resultar em perda de apoio político.

Com informações Portas Abertas